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Quem é essa CLAUDYA …

 CLAUDYA estreou aos nove anos em um programa de calouros na Rádio Sociedade de Juiz de Fora, onde cresceu. Aos treze foi crooner do Conjunto Meia-Noite, que animava as festas e bailes da região.Iniciou sua carreira profissional nos anos 1960, participando do programa “O Fino da Bossa” (TV Record), ao lado de Elis Regina, Jair Rodrigues, Zimbo Trio e outros expoentes da música brasileira.   Recebeu, no primeiro ano de sua carreira, o troféu Roquete Pinto, como Cantora Revelação. Viajou para o Japão, onde se apresentou com o saxofonista Sado Watanabe. Ficou nesse país durante seis meses, apresentando-se em clubes, hotéis, boates e teatros. Gravou um LP em japonês, que atingiu a tiragem de 200 mil cópias. De volta ao Brasil, classificou em 1º lugar a canção “Razão de Paz para Não Cantar” (Eduardo Lages e Alézio de Barros) no ‘I Festival Fluminense da Canção’, realizado em 1969, em Niterói (RJ). Ainda nesse ano, classificou a mesma música em 4º lugar no ‘IV Festival Internacional da Canção’ (TV Globo), recebendo o prêmio de Melhor Intérprete.Em 1970, representou o Brasil no XI Festival da Canção, no México, tendo sido contemplada com quatro medalhas de ouro, inclusive a de melhor intérprete.

 Em 1971, gravou o LP “Jesus Cristo”, com destaque para a faixa-título, de Roberto e Erasmo Carlos, e “Com mais de 30” (Marcos e Paulo Sérgio Valle). Ainda nesse ano, participou da ‘IV Olimpíada da Canção’, na Grécia, defendendo a canção “Minha Voz Virá do Sol da América” (Marcos e Paulo Sérgio Valle), trazendo para o Brasil os prêmios de Melhor Intérprete, Melhor Arranjo, Melhor Letra e Melhor Música.

 Em 1972, representou o Brasil no ‘Festival de Hola Nueva’, na Venezuela, tendo recebido o prêmio de Melhor Intérprete.

 No ano seguinte, lançou o LP “Deixa Eu Dizer”, que registrou canções de sua autoria, como “Noite de Verão” (c/ Raul Telles) e “Agora Quem Sorri Sou Eu” (c/ Cristiê), entre outras, além de músicas de outros autores, como “Esse Cara” (Caetano Veloso) e a faixa-título, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza.

 Em 1975, participou do ‘Festival da Espanha’, no qual se destacou como Melhor Cantora. Ainda nesse ano, apresentou-se com o violonista Baden Powell na França e na Itália.

 Em 1979, gravou o LP “Pássaro Imigrante”, no qual registrou composições próprias, como “Morena de Uganda” e “Boiadeiro”, em parceria com Chico Medori.

 No ano seguinte, lançou o LP “Cláudia”, incluindo canções de sua autoria, como “Baião Agressivo” e “Brasileirinho Multinacional”, ambas com Chico Medori, e músicas de outros autores, como “Canção de Quem se Qspera” (Sivuca e Glorinha Gadelha) e “Me Deixa em Paz” (Monsueto e Airton Amorim), entre outras.

 Em 1982, foi convidada para estrelar a ópera rock “Evita”, seu maior sucesso de público e crítica. O espetáculo ficou em cartaz durante seis meses em São Paulo e quase dois anos no Rio de Janeiro. Claudya foi considerada pelos produtores ingleses, como a melhor de todas as “Evitas” que fizeram o espetáculo no mundo.

 A partir daí, participou de vários shows sob a direção de Abelardo Figueiredo, inclusive na inauguração da casa de espetáculos Palladium (SP), ao lado de Elizeth Cardoso, Pery Ribeiro e Agnaldo Rayol, entre outros.

 Em 1986, gravou o LP “Sentimentos”, com destaque para a versão de Victor Berbara “Não Chores por Mim, Argentina” (A.L.Webber e T. Rice) e “Quero Que Vá Tudo pro Inferno” (Roberto e Erasmo Carlos).

 Em 1992, lançou o CD “A Estranha Dama”, que incluiu as canções “Podres Poderes” (Caetano Veloso), “O Bem e o Mal” (Danilo Caymmi e Dudu Falcão) e “É” (Gonzaguinha), entre outras.

 Em 1994, gravou, com o Zimbo Trio, o CD “Entre Amigos”, interpretando músicas como “Beatriz” (Edu Lobo e Chico Buarque), “De Frente pro Crime” (João Bosco e Aldir Blanc), “Cantiga por Luciana” (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) e “Domingo no Parque” (Gilberto Gil), entre outras.

 Em 1998, lançou o CD “Claudya canta Taiguara”, contendo as canções “Hoje”, “Universo no teu Corpo” e “Teu Sonho não Acabou”, entre outras.

 Entre seus maiores sucessos estão as canções “Jesus Cristo” de Roberto e Erasmo, “Não Confie em Ninguém com Mais de 30 Anos” de Marcos e Paulo Sérgio Valle e “Não Chores Por Mim, Argentina” do musical “Evita e “Samba de Verão”